Esclerose Múltipla

Descubra em qual etnia, sexo e idade a Esclerose Múltipla é mais frequente

Saiba em quem e quando a doença pode se desencadear

 

Descubra em qual etnia, sexo e idade a Esclerose Múltipla é mais frequente

Descubra em qual etnia, sexo e idade a Esclerose Múltipla é mais frequente

A Esclerose Múltipla é uma doença na qual a capacidade dos neurônios transmitirem impulsos nervosos é comprometida, o que provoca problemas visuais, motores, sensitivos e outros sintomas.

A frequência da doença esta intimamente ligada à origem da doença, que tem influências genéticas, fatores ambientais e imunológicos envolvidos.

Nos tópicos a seguir, você confere em quem ela é mais frequente e quando pode se iniciar:

Etnia: de acordo com dados comparados de múltiplas pesquisas realizadas em diferentes instituições brasileiras e mundiais, a Esclerose Múltipla é mais frequente entre os descendentes de europeus. Ela é mais rara em afro-descendentes, orientais e indígenas. Ela é muito mais comum no hemisfério norte do planeta, nos quais há pouca incidência de raios solares. Por isso, os especialistas suspeitam que a enfermidade está relacionada com a deficiência de vitamina D, que causaria uma desorganização do sistema imunológico dos portadores; Existe uma teoria que mostra as ondas migratórias dos povos Nórdicos, através das excursões Vikings levando a diferentes prevalências da doença, nas regiões onde as ondas migratórias foram maiores, como se o “gene da esclerose múltipla” pudesse ter tido origem nessa região. De fato, os países Nórdicos possuem até hoje a maior prevalência da doença, mas até o presente momento, não se encontrou um “gene da esclerose múltipla”, o que indica que provavelmente existem vários genes envolvidos associados a outros fatores.

Sexo: a Esclerose Múltipla é, em média, 2 vezes mais frequente em mulheres do que em homens; As mulheres são mais acometidas pela maioria das doenças auto-imunes.

Idade: a idade média na qual a Esclerose Múltipla pode se desencadear em uma pessoa é entre 20 e 45 anos. Existem formas infantis da Esclerose Múltipla e existe também a Esclerose Múltipla de início tardio, que é quando a doença se desenvolve em pacientes com mais de 65 anos de idade. Realizamos um estudo recentemente que mostra que a maioria dos pacientes com diagnóstico de Esclerose Múltipla que desenvolveram a doença após os 65 anos possuíam outras doenças, e o diagnóstico de Esclerose Múltipla estava equivocado.

Estima-se que algo em torno de 30 e 35 mil brasileiros sejam portadores da doença. Sabe-se também que quase metade dos casos são diagnosticados de forma errada. Daí a importância de se procurar um neurologista especializado em Esclerose Múltipla assim que os primeiros sintomas forem detectados. O diagnóstico  e o tratamento adequados proporcionam mais qualidade de vida ao paciente e aos seus familiares.

Até breve!

Dr. Guilherme Sciasica do Olival, CRM 135992

Bibliografia

TILBERY, Charles Peter. Esclerose Múltipla no Brasil: aspectos clínicos e terapêuticos. São Paulo: Editora Atheneu, 2005.

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